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O glaucoma é uma alteração no nervo óptico causado pela perda irreversível de fibras nervosas.

Ocorre diminuição do campo de visão de maneira lenta e progressiva. Podendo levar à cegueira irreversível.

Nos estágios iniciais a doença não apresenta sintomas.

A suspeita ocorre apenas através do exame oftalmológico de rotina.

Sendo que o principal fator de risco é aumento de pressão intraocular (PIO), onde seu valor normal máximo é de até 21mmHg.

Há um aumento da pressão intraocular quando a quantidade de líquido (humor aquoso), produzida entre a córnea e a íris, não é drenada da forma correta.

Com isto, as fibras nervosas do nervo óptico entram em sofrimento e perdem sua função. Levando primeiramente a uma perda de campo visual periférica que vai se tornando cada vez maior, até atingir a visão central e por fim levar a cegueira.

Em uma consulta de rotina, o oftalmologista irá fazer a medida da pressão intraocular. E avaliará o nervo óptico através do exame de fundo de olho.

Caso haja a suspeita de glaucoma, o oftalmologista pode solicitar exames como:

🔹   Paquímetro (avaliação da espessura corneana)

🔹   Retinografia ou Estereofoto de Papila (foto do nervo óptico para acompanhar possíveis modificações de sua estrutura)

🔹   Campimetria Computadorizada (detecta e monitora a perda do campo visual)

🔹   OCT de nervo ótico (análise detalhada das fibras nervosas)

O tratamento do glaucoma pode ser feito com o uso de colírios hipotensores, alguns casos podem se beneficiar de tratamento com laser.

O tratamento cirúrgico é reservado a casos mais graves, com evolução desfavorável, mesmo com o uso de hipotensores.

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